Dicas para alimentação do bebê

Quando estamos amamentando, é normal termos várias dúvidas: será que ele está mamando direito? Será que preciso acorda-lo de madrugada para mamar? Será que meu leite sustenta? E muitos outros serás… Eu mesma já fui parar no pediatra cheia de neuras de que meu leite não estava sustentando, se jé era hora de entrar com fórmula, se já podia dar papinha… Ele me esclareceu muitas dúvidas e esclarece até hoje, então venho dividir algumas informações bacanas com vocês sobre amamentação e alimentação do bebê.

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Meu bebê não está mamando direito, mama pouco ou mama toda hora. Será que meu leite não sustenta?

Essa foi a minha primeira grande dúvida. Achava que a Bia mamava pouco e que meu leite não estava sustentando, sempre tinha aquela amiga, aquela vizinha que dizia leite do peito é água, não sustenta. O seu leite deve ser fraco… Umas das grandes neuras que o pediatra da Bia me tirou foi Não existe leite fraco. O leite materno possui todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento da criança, inclusive água. A natureza é tão sábia que ajuda o corpo da mulher produzir tudo aquilo que a criança precisa. A criança mama muito porque o peito oferece não só alimento, mas proteção, carinho, amor… Crianças tem necessidade de sugar e nada melhor do que sugar a mamãe cheia de amor e carinho, não é verdade? Como a Bia mamava pouco tempo, mas muitas vezes durante o dia, eu achei que meu leite não estava sustentando, então antes de qualquer coisa, ele a pesou e para minha surpresa ela tinha ganhado 600 gramas em 15 dias! Ele me tranquilizou dizendo que estava tudo bem e que não era para entrar com fórmula, só o leite materno já era mais que suficiente e deixa-la mamar a vontade.

Quando entrar com papinha?

O ministério da saúde recomenda a amamentação exclusiva até os 6 meses, mas sabemos que a nossa licença maternidade padrão é de apenas 4 meses, então, muitas mulheres infelizmente não conseguem seguir o que é melhor para as crianças. Eu mesma precisei voltar para o trabalho quando Bia estava prestes a completar 4 meses. Já havia entrado com fórmula pois não conseguia tirar leite suficiente. Entramos com papinha doce (frutas amassadas) com 4 meses e meio e papinha salgada (legumes assadinhos) com 5 meses e meio. Bia nunca teve problemas para se alimentar e aceitou tudo de primeira, fazia até huumm. Mas tem crianças que tem muita dificuldade para comer, não aceitam a papinha, recusam, fazem birra. Uma dica que o ped da Bia foi: Respeite o tempo da criança, quando a fome bater ela vai comer. Não adianta querer que a criança se alimente rigorosamente de 3 em 3 horas, não dê petiscos entre as refeições e principalmente, o mais importante, descubra o que a criança mais gosta de comer. Eu percebi que a Bia adora cenoura então a base das papinhas dela sempre colocava cenoura, não adianta mudar a textura ou o gosto da comida de repente e querer que a criança se acostume rápido, ela vai estranhar, pode recusar.

Para ajudar nessa transição, que costuma ser muito complicada para a maioria dos bebês, existe a colher dosadora, ou mamadeira com colher. Esse acessório é excelente pois pode ser usado para oferecer fórmula a bebês novinhos sem que ele desmame e também para entrar com as primeiras papinhas mais ralinhas, ajuda e muito o bebê a não estranhar as novas texturas dos alimentos.

Outro acessório que ajuda muito na introdução alimentar é a chupeta alimentadora. Dá para colocar uma frutinha ou um legume cozido dentro e a criança se alimenta sozinha, descobrindo aos poucos o gosto dos alimentos e se interessando por eles naturalmente. É uma grande aliada para mamães que tem filhos que tem dificuldade para se alimentar.

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Quando o bebê já está maior, com 8 ou 9 meses já pode começar a comer a comida da casa, sem amassar muito. Com um aninho já come de tudo. Bia tem uma alimentação muito balanceada, tanto é que nossa última consulta ped elogiou muito. Bia mama de manhã e à noite antes de dormir, come duas frutas por dia, uma de manhã antes do almoço e uma no lanche da tarde, junto com um pouco de leite e biscoitos. Almoça e janta. É uma boquinha nervosa e haja pratos e talheres para dar conta de tanta comilança. Agora, com 1 aninho já come sozinha, ás vezes usa as mãos outras vezes a colher. Para ajuda-la nessa transição, comprei esses acessórios que achei super práticos:

O pratinho mágico que gira e não deixa a comidinha cair é excelente, porque a Bia quando pega o prato a primeira coisa que faz é virar tudo. Com ele, ela pode fazer o movimento que for, que o design exclusivo não deixa o alimento cair, é muito prático. Os talheres com sensor de temperatura foi uma aquisição para ajudar na minha percepção de quente ou frio, algumas vezes já dei comida um pouco mais quente para a Bia e ela reclamou, claro! Essas colherzinhas ficam transparentes quando o alimento está quente e eu não preciso ficar testando no braço, nem correndo o risco de me enganar.

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Vale a pena vender as coisas usadas do bebê?

Muita gente não sabe, mas o Closet da Bia nasceu assim, vendendo as roupinhas e sapatinhos que não serviam, até que um dia, surgiu a ideia de expandirmos e vendermos também itens novos, foi dando certo, as clientes gostando, pedindo cada vez mais e decidimos mudar completamente o foco, mas sem deixar nossas raízes de lado, afinal, hoje em dia, o consumo consciente é a bola da vez e poder comprar produtos quase novos a um preço super camarada não é nada mau. Mas, e vender as coisas usadas do bebê, vale a pena? Como e por onde começar?

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Espaço x Dinheiro = Tempo

Primeiro é importante saber que nem sempre você vai vender as coisas que deseja de imediato, pode levar dias, semanas e ás vezes você pode acabar perdendo espaço no armário. Definir a melhor estratégia de venda é essencial. Primeiro, você precisa saber o que precisa mais no momento: espaço ou dinheiro.  Independente da sua resposta, você vai precisar de tempo. Tempo para analisar o preço, tirar fotos, divulgar, responder a todas as perguntas, marcar de encontrar, negociar, etc, etc, etc. Se você não tem tempo, nem paciência e precisa só de espaço no armário, que tal doar as peças que seu filho não usa mais? Você pode doar para um orfanato, um conhecido, etc.

Agora, se você precisa de dinheiro, mas não tem tempo, você pode usar plataformas na internet que auxiliam muito na venda de produtos infantis usados, a que mais gosto é a Ficou Pequeno. Lá você posta a fotos seus produtos, coloca seu preço e deixa o resto com o pessoal do Ficou Pequeno, eles divulgam pra você, cuidam da venda, até etiqueta para colocar nos correios eles te mandam pronta, você só precisa ir no correio levar depois que alguém comprar. Claro que eles cobram uma comissão por isso, mas você fica sabendo o quanto vai receber por cada produto no momento do anúncio. Depois que o comprador recebe a mercadoria, o dinheiro é liberado para sua conta e você pode transferir para sua conta bancária.

Assim como o Ficou Pequeno, existem muitas outras plataformas de marketplace, uma muito interessante também é a Retroca, lá é um pouco diferente e ideal para você que precisa de espaço, mas por qualquer motivo não quer fazer uma doação. Lá, você manda suas peças e elas ficam em consignação e você recebe por elas assim que forem vendidas. A vantagem é que o Retroca cuida de tudo, você só precisa juntar tudo e mandar pra lá, eles tiram fotos, publicam, colocam preço, tudo.

Colocando preço

Se você decidir postar nas plataformas ou nos grupos de desapego das redes sociais, a regra é a mesma: bom senso. Não leve em consideração o preço que você pagou na loja quando comprou e sim o preço que o produto vale hoje. Porque se a diferença for pouca entre o usado e o novo, será muito mais vantajoso para o comprador adquirir em uma loja. Produtos em desapego são apreçados como carros, ou seja, perdem o valor quando saem da loja, quando sai uma nova coleção, quando já foi usado, etc. Pesquise o preço em lojas, bazares e grupos de desapego.

Produtos usados sem marca, vendem mais fácil quando colocados em lotes. Faça lotes de sapatinhos, vestidos, etc. Dê brindes, coloque um preço atrativo. Produtos de marca vendem melhor quando anunciados separados, desde que estejam em bom estado.

Se vale a pena vender produtos usados? Vale sim! Se você anunciar no lugar certo, pelo preço justo, você pode recuperar parte do que gastou e ainda fazer ótimas amizades!!!

Beijos,
Gabi

Água no ouvido do bebê, como evitar?

Quem nunca ficou com receio de dar banho no bebê e deixar cair água nos ouvidos ou shampoo nos olhos da criança? Principalmente mães de primeira viagem tem muito receio disso acontecer e há aquelas que até evitam dar banho nos primeiros dias com medo disso acontecer. Quando a criança cresce mais um pouco, esse medo não diminui, afinal a criança passa a tomar banho no chuveiro, se mexe mais e fica mais pesada tornando cada vez mais difícil lavar bem todas as partes do corpo do bebê e evitar que algo desconfortável aconteça.

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Apesar de alguns pediatras defenderem que água no ouvido do bebê pode ser inofensivo, outros acreditam que a água pode ser prejudicial, pois pode retirar a barreira natural de proteção que é a cera, abrindo as portas para infecções como a otite e causar desconfortos que a mãe pode não identificar em crianças muito pequenas.

Aqui vão algumas dicas para dar um banho bacana, sem medo de deixar cair água no ouvido do bebê:

  • Em bebês recém nascidos, segure a cabeça da criança tampando os dois ouvidos com os dedos, isso evita que entre água nos ouvidos e você terá mais segurança para dar o banho.
  • Em bebês maiores de 6 meses, dê banho com a criança sentada na banheira e, ao lavar a cabeça, passe apenas a mão molhada para retirar o excesso de shampoo e nunca use produtos que fazem muita espuma para não dificultar a limpeza.
  • Um aliado interessante, são os chapéus protetores para banho, que além de proteger os ouvidos, protegem também os olhos da criança. Eu acredito que a mãe consegue dar um banho bem mais tranquila em seu bebê utilizando esse acessório super prático.

No Closet da Bia você encontra esse produto para facilitar a sua vida. Saiba como usá-lo:

Coloque o chapéu na cabeça da criança, alinhando as alças protetoras com os ouvidos. Essas alças vão impedir que entre água no ouvido do bebê, independente da posição que ele estiver durante o banho e se ele está na banheira ou no chuveiro.

Feche o chapéu na parte traseira, abotoando o mesmo de forma que fica fixo à cabeça da criança sem apertar. O chapéu pode ser usado por crianças de todas as idades, pois é totalmente ajustável e pode ajudar a criança inclusive quando a mesma já estiver tomando banho sozinha.

Chapéu protetor para banho é vida! Um produto ótimo para facilitar a vida de mamães e papais, que tornam a hora do banho muito mais divertida e segura!

Beijinhos!
Gabi